Precisamos mudar, agora!

Enquanto alguns tentam negar o aquecimento global, esquecemos que o principal ponto é que estamos realmente destruindo o planeta. Se ele vai ficar mais quente ou mais frio, não é tão importante. É mais importante pensar que estamos causando uma série de impactos negativos ao planeta.

Precisamos nos preocupar com as consequências de um sistema baseado no lucro a qualquer custo. Necessitamos compreender que cada movimento dentro de um sistema causará alguma modificação. E nós não estamos nos preocupando com os rastros que deixamos sobre o planeta. Não estamos preocupados com a lixo que produzimos, com o esgoto que vai para o mar, rios e lagos, com a fumaça tóxica que está envenenando o ar, com as queimadas que destroem as florestas e matam os animais, com os pesticidas que envenenam nossos alimentos, o solo, os rios e mares, com as matanças de animais que está extinguindo várias espécies.

E tudo isso é feito para satisfazer nossos desejos de consumo, "adquiridos na sessão da tarde" e em propagandas miraculosas que despertam a vontade do novo.

A tecnologia que existe hoje é capaz de fazer toda a humanidade viver com mais qualidade de vida. Mas, ao invés de dar essa qualidade de vida, a tecnologia está tirando-a de nós. A busca frenética das empresas em fazer mais, em vender mais, está nos tornando escravos de um sistema que está nos matando aos poucos.

E como um louco em seu próprio mundo da fantasia, estamos assistindo a tudo sem fazer nada para modificar a situação.

Preferimos ouvir os cientistas patrocinados por multinacionais que dizem que não existe o aquecimento global, é só uma mudança cíclica e que a tecnologia está melhorando nossas vidas.

 

Simples recomendações para diminuir o impacto humano sobre o planeta.

 

As recomendações, além de voar menos e desperdiçar 25% menos de comida, incluem:
⇒dar ou ir de carona, ao menos uma vez por semana (equivalente a 75 milhões de toneladas de CO2 não emitidas até 2020, o CO2e);
⇒manutenção do veículo, calibrando corretamente os pneus (45 milhões de toneladas de CO2e);
⇒reduzir o tempo gasto em um veículo em marcha lenta pela metade (40 milhões de toneladas de CO2e);
⇒um melhor isolamento térmico em casa (85 milhões de toneladas de CO2e);
⇒termostatos programáveis (80 milhões de toneladas de CO2e);
⇒redução do consumo de energia por aparelhos desligados mas no modo “standby”, a chamada demanda fantasma (70 milhões de toneladas de CO2e);
⇒utilizar água quente de forma mais eficiente, como lavar roupa com água fria (65 milhões de toneladas de CO2;
⇒substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas (30 milhões de toneladas de CO2e);
⇒comer carne de frango duas vezes por semana (105 milhões de toneladas métricas toneladas de CO2e);
⇒aumentar a reciclagem de papel, plásticos e metais (105 milhões de toneladas de CO2e);
⇒comprar aparelhos da linha EnergyStar apenas quando os velhos estiverem imprestáveis (55 toneladas métricas de CO2e); e
⇒consumo “consciente”, como, por exemplo, comprar menos água engarrafada (60 milhões de toneladas de CO2e).

Fonte:

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/

grupo_propoe_14_passos

_para_reduzir_o

_consumo_excessivo.html

Em 26 de março de 2010.